Conto: Sem título.

Era uma tarde quente de maio. Não se tinha nada para se fazer além de escutar algumas músicas e ficarmos olhando uma para a outra trocando flertes e sorrisos confidentes esperando que o tempo não passasse depressa. Eu não cansava de olha-la. Eu sempre achei-a bonita, mas naquela tarde em especial ela estava além disso, ela estava estonteante. Seus cabelos castanhos, que sempre estavam presos, por um momento de sorte, caiam lisos e soltos até os seus ombros onde formavam leves cachos. Seus lábios flamejavam em um tom roseado natural, fazendo com que eu extintivamente me levantasse de onde eu estava e caminhasse até ela, chupando-lhe os lábios antes de beijá-los com suavidade. Eu poderia ficar ali, beijando-os a todo o tempo, matando a sede que eu tinha por eles, pelo gosto de sua boca enquanto afago-lhe os cabelos e sinto o cheiro. E assim o fiz. Aos poucos o desejo que eu sentia por ela, pelo seu corpo que o seu pequeno decote na camiseta deixava a mostra, ia aumentando. Os beijos começaram a ficar mais e mais intensos, e meu corpo pedia a cada vez mais pelo dela conforme eu sentia suas mãos dançarem por todo o meu corpo de forma agil e precisa, apertando-me contra ela. 

Aos poucos fui deitando-a no meio da minha cama, ficando por cima dela e deixando seu corpo por entre as minhas pernas. Meus lábios já haviam deixado os dela há algum tempo, e agora jaziam em seu pescoço, chupando-o e mordendo-o. Minhas mãos estavam, apressadas a subir-lhe a blusa, ao mesmo tempo em que meus lábios buscavam cada vez mais a pele branca e macia dela indo em direção aos seus seios que estavam expostos pela blusa que eu havia tirado-lhe. Eu podia ouvi-la arfando com força ao sentir o meu toque, arranhando-me as costas, fazendo eu arrepiar-me toda. Passei a lingua entre seus seios, e roçando meus lábios em seu corpo, fui até a sua barriga, deixando uma das minhas mãos sobre seus seios, apertando-os com cuidado. Quanto mais eu a acariava, mais eu podia sentir que o seu corpo pedia por mim, para que eu continuasse, e como uma subordinada, atendi a aquela ordem. Com minha mão livre, abri-lhe a calça e abaixando-a até a metade do seu quadril. Meus lábios ainda estavam em sua pele, chupando cada parte do seu corpo, marcando-o, até o elástico da sua calcinha. Paro por alguns segundos, mordiscando os meus lábios, lanço um olhar para ela, demostrando minhas intenções não só por ele, mas como também atravez de um sorriso um tanto quanto malicioso, fazendo-a sorrir abertamente, como se tivesse-me dado permição ou incentivo a continuar. Coloquei uma das minhas mãos por dentro de seu sutiã, passando a posta dos meus dedos sobre seus mamilos rigidos devido a excitação do momento, me divertindo com eles. Sinto o olhar dela sobre mim, sorridente como sempre era. Olho mais uma vez para ela e mordo a beirada da sua calcinha, abaixando-a devagar, porém sem deixar seu sexo a mostra. Passo minha lingua devagar pela nova região de pele descoberta, arrancando-lhe um gemido baixo que fez-me encher de mais prazer e euforia. Escorrego minha mão livre por todo o seu corpo, colocando-a por cima de sua calcinha e apertando-a com uma força moderada o que faz com que ela solte mais um gemido abafado. Chupo a pele onde minha boca estava e volto a deitar meu corpo por cima do dela, roçando-os, deixando minha mão a continuar acariciar-lhe. Volto a beijar seus lábios, de maneira mais calma, porém ardente e, ao final do beijo, mordo seu lábio inferior, puxando-o ao mesmo em que pressiono minha mão sobre ela com força mais uma vez. Recolho-me sobre o corpo dela, me abaixando e retiro a sua blusa do chão. Olho para o corpo que eu tanto desejava amar por inteiro e entreguei-lhe sua roupa,levantando-me da cama. 

De imadiato vejo ela se apoiar sobre seus cotovelos e olhar-me incredulamente. Mordo meu lábio, olhando-a e sorrio. Eu só queria provocá-la o máximo possível, eu sabia que se assim o fizesse desta vez eu aumentaria o desejo que gritava dentro de cada uma. 

- Você vai mesmo fazer isso comigo? - Perguntou ela com uma voz intensa.

- Sim.

- Não, você não vai… - Sua voz assusmiu um tom desafiador e autoritário, sentando-me em seu colo e apertando minhas coxas com força. Ela estava agindo rápido, por impulso. Eu conseguira o que eu queria. Deixar a emoção por cima da razão. Somente o desejo que nos guiaria agora.

(Source: fckin-lesbianz)

Posted on Tuesday, February 21st at 10:54PM with 14 notes

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